Pesquisa da Fecomércio MG mostra que mais consumidores vão às compras neste Natal

Mais consumidores vão às compras neste Natal.

A analista de pesquisa da Federação, Elisa Castro, observa que o resultado é muito positivo. “O período natalino é o mais importante para o setor. Impacta praticamente todos os segmentos e, por isso, gera otimismo. Neste ano, embora as famílias ainda demonstrem certa cautela para o consumo, a adesão às compras de fim de ano será maior. Isso é fundamental”, argumenta. Conforme o levantamento, os clientes deverão adquirir poucos produtos e de menor valor (48,4%). De modo geral, 70,4% têm a intenção de gastar menos com os presentes na comparação com 2016.

Um grande atrativo, portanto, serão as promoções e liquidações, que devem ser realizadas por 50,4% dos empresários. Outros 25% vão investir em propaganda, e 15,2% prometem um atendimento diferenciado. Entre as empresas que são impactadas na cidade (72,6% do total), 56,5% acreditam que as vendas serão iguais ou melhores em relação às do ano passado, como indica o estudo de Expectativa de Vendas, feito com empresários. “O valor afetivo da celebração e o aquecimento do comércio ao longo do ano são os principais motivos apontados para as boas perspectivas”, observa Elisa.

Os itens mais procurados pelos consumidores serão roupas (43,6%), brinquedos (20,8%) e calçados (8,4%). A maior parte dos clientes (61,4%) planeja realizar os pagamentos à vista, no dinheiro ou cartão de débito, caso obtenha descontos. Os shoppings centers (39,1%) e as lojas de rua/hipercentro são os locais preferidos para a busca dos produtos.

Décimo terceiro
A pesquisa da Fecomércio MG também apurou qual seria o destino do 13º salário dos consumidores neste ano. O resultado é que 42,9% dos belo-horizontinos usarão a renda extra para a quitação de dívidas, enquanto 15,2% pretendem aplicar o dinheiro. Outros 12,9% destinarão o recurso para as compras de Natal. “O recebimento do 13º gera um conforto para as famílias e também reflete no comércio. Mesmo que os valores sejam utilizados para quitar débitos, de alguma forma impactam no consumo”, avalia Elisa Castro. 

 

 

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